Diamantina

 

 

 

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  Diamantina  
© 18/04/2006 - Flavio Vitarelli

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Pela BR 259, MG 121 e pela BR 367. Fica distante de Belo Horizonte 292 km.

 

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Sobre a localidade


© 18/04/2006 - Flavio Vitarelli
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Reconhecida como patrimônio da humanidade em 1999, Diamantina representa uma das mais fascinantes regiões turísticas do mundo, seja pela cultura popular, expressão arquitetônica ou imponência da natureza que lhe confere uma inigualável beleza paisagística. Conhecida como antigo Arraial do Tijuco, Diamantina é a principal cidade do Circuito dos Diamantes, que recebeu este nome devido à ocorrência desta pedra preciosa muito explorada durante o período colonial.
É marcante a riqueza da região diamantina em termos de recursos presentes no subsolo. Além dos diamantes que lhe fizeram a glória no passado há uma grande variedade de pedras preciosas e semipreciosas, que constitui uma das mais importantes províncias gemológicas do mundo. O relevo é modelado nas rochas do maciço da Serra do Espinhaço em cujos planaltos, braços de serra e cristas a natureza se mostra deslumbrante, criando formas na rocha quartzítica desvendadas pelos olhares mais atentos e imaginativos.
Uma dessas belíssimas esculturas da natureza está a poucos quilômetros do centro urbano de Diamantina: a Gruta do Salitre é uma grande fenda circular escavada em um paredão de quartzítico. Do fundo da concavidade se tem uma visão única dos paredões circundantes amparados pelas árvores que guardam a entrada e as entranhas da gruta.
O clima de Diamantina é considerado como tropical de altitude em virtude das maiores alturas proporcionadas pelo Espinhaço, o que faz com que apresente média de temperatura anual (19,4º C) . As temperaturas são amenas durante praticamente todo o ano alcançando índices mais baixos durante o inverno quando ficam em torno de 14º C.
O principal rio é o Jequitinhonha e o ribeirão do Inferno que ainda atraem garimpeiros à procura de ouro e diamantes ao longo de suas margens. A vegetação é marcada pelo cerrado e pelos campos rupestres.
Existem, no município, duas unidades de conservação, sendo uma federal e outra, estadual. O Parque Nacional das Sempre Vivas abrange a porção centro-oeste do município de Diamantina e também parte dos municípios vizinhos de Olhos D’Água, Bocaiúva e Buenópolis.
O Parque Estadual do Biribiri possui uma área de 20.000 hectares e situa-se a 15 Km da sede de Diamantina, no complexo da Serra do Espinhaço. Lá funcionou a fábrica de tecidos, criada pelo Bispo D. João Antônio dos Santos, em 1876, uma das primeiras comunidades fabris do Estado. Todo o conjunto arquitetônico construído no final do século XIX composto pelo entorno da fábrica, pela igreja e pelas casas encontra-se em fase de tombamento pelo Instituto Estadual de Patrimônio Histórico e Artístico ­ IEPHA (http://www.ief.mg.gov.br/).
Diamantina é um destino que assegura belíssimas paisagens a serem apreciadas e muitas histórias a conhecer. A área urbana possui igrejas dos séculos XVIII e XIX.


Aspectos Históricos
Sobre a fundação do antigo Tejuco, atual cidade de Diamantina, a lenda do Acayaca guarda um profundo significado sobre os primeiros contatos na região: Dizem que no mais culminante ponto do território existira, outrora, no tempo do descobrimento do Tejuco, um magnífico e gigantesco coqueiro que podia ser avistado de longe, balançando sua ramagem acima do horizonte os índios davam-lhe uma idade fabulosa, veneravam como uma árvore sagrada e, debaixo de sua sombra, reuniam-se os chefes guerreiros, quando tinham de tomar alguma deliberação importante. Obrigados a fugir dos invasores, o sagrado coqueiro caiu no poder destes, que o cortaram como objeto de superstição e idolatria, e no lugar colocaram um cruzeiro, que tem sido renovado até os dias atuais. (Jequitinhonha, 1861).
A ocupação desta região foi relacionada diretamente com a exploração do diamante. A formação da cidade, a partir do antigo arraial do Tijuco Ty-Yuq, se deu em 1713, com a bandeira paulista liderada por Jerônimo Gouveia, que partiu do Serro Frio em direção ao norte, provavelmente orientado pelo rio Jequitinhonha, ribeirões e vales.
Diamantina teve papel fundamental como ponto de interligação de antigos caminhos e estradas de acesso à região e também como passagem de tropas.
É importante considerar o regimento português como responsável por boa parte da conformação dos padrões de convívio; ou seja, os modos de viver, a linguagem, o caminhar, os hábitos alimentares, os modos de transportar, os artefatos, o mobiliário, os alçapões ainda presentes na arquitetura local, as divisões internas das edificações particulares, os espaços das igrejas e os abrigos eclesiásticos.
Da mescla social e cultural dos descendentes de indígenas, colonizadores portugueses e negros escravos formou-se um riquíssimo acervo na cidade e nos distritos. Dentre este rico acervo, destacam-se a pavimentação e a estrutura de saneamento.
Os sinos das igrejas também compõem um acervo considerável, documento da passagem do tempo de Deus para o tempo do Homem, pela técnica e uso social. Em torno deste instrumento de marcação do tempo constituiu–se a linguagem dos sinos com diferentes toques para situações cotidianas diversas: nascimento, morte, chegada de membros eclesiásticos, aniversários, falecimentos, norte de anjinhos e membros das irmandades, alerta a incêndios e outras situações do dia-a-dia.
O antigo arraial manteve-se subordinado a Vila do Príncipe, Comarca de Serro, desde o início de sua formação. Foi elevada a categoria de Vila, em 1832, e recebeu o título de proteção por tombamento, posteriormente, no ano de 1938.


Cultura Material e Imaterial
O rico artesanato vendido na cidade tem origem nas atividades manuais desenvolvidos nos distritos, sobretudo produzidos pelas mãos femininas: tapetes arraiolos, cerâmica, bonecas de palha de milho, crochê, tricô, fuxico e outros Os tapetes arraiolos, de origem portuguesa, são bastante tradicionais em Diamantina.
Sobre a rica tradição do ofício da ourivesaria, expressa nas jóias, destacam-se peças feitas em coco e ouro e a lapidação de pedras preciosas e semipreciosas.
O destaque fica com a música, bastante tradicional, e com variados projetos: encontro de corais, concertos nas igrejas, mercados e ruas. Um exemplo de manifestação popular em atividade são as Pastorinhas – crianças, na faixa etária de sete anos, ensaiadas e regidas pela destemida D. Ambrosina, de 87 anos.
Ainda sobre a música, Diamantina foi famosa pelas serestas, com projeção nacional na era JK: os músicos caminhavam pelas ruas em noites de lua cheia e, descontraídos, cantavam sob as janelas. Atualmente, acontece a nova produção musical da Vesperata, com seus novos valores, quando músicos da Banda da Polícia do Estado de Minas e a Banda Mirim tocam das sacadas, regidos por um maestro situado no meio da rua da Quitanda (outrora famosa pelas vendedoras negras com seus tabuleiros). A acústica é perfeita.
A Festa do Divino, manifestação de culto religioso, também é realizada, anualmente.
Outra expressão do culto religioso é a festa do Rosário, os festeiros têm buscado resgatar suas origens, através das características do cortejo real, com desfile, danças e cantigas, fusão do culto católico com os costumes e práticas africanas, representados pelas guardas, marujos, tambores e batuques.

 

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